A Mater – Medicina Reprodutiva oferece todas as formas de tratamentos de Reprodução Assistida, sempre com o objetivo de oferecer soluções para a problemática da infertilidade, seja ela feminina ou masculina.

Essas formas de tratamentos podem ser de baixa ou de alta complexidade.

Tratamentos de baixa complexidade são aqueles que não necessitam do suporte de laboratório de Fertilização in vitro (FIV). Visam, de forma geral, corrigir alterações na ovulação ou, por meio do preparo seminal, inseminar na cavidade uterina os melhores espermatozoides. A taxa de gravidez, nesta modalidade de tratamento, atinge cerca de 25% por tentativa e, como todo tratamento, depende da idade da mulher.

São considerados tratamentos de baixa complexidade a indução da ovulação seguida de Coito Programado e a Inseminação Intrauterina (IIU), também chamada de Inseminação Artificial (IA).

As indicações mais freqüentes para os tratamentos de baixa complexidade são: Síndrome dos ovários policísticos (SOP), alterações leves na qualidade dos espermatozoides, endometriose leve, fatores anatômicos masculinos (p.e. hipospádia) ou relacionados ao coito (p.e. disfunção erétil), infertilidade sem causa aparente (ISCA) e gestação independente com sêmen de doador.

Tratamentos de alta complexidade são aqueles que necessitam do laboratório de FIV para serem realizados, pois a manipulação e seleção dos gametas, o processo de fertilização e o cultivo dos embriões são realizados nesse ambiente.

Na FIV, as principais indicações são: obstrução ou mal funcionamento das tubas uterinas, endometriose moderada e grave, alterações mais graves na qualidade dos espermatozoides, falhas dos tratamentos mais simples e idade da mulher mais avançada (acima dos 37 anos).

Seja qual for o tipo e a complexidade do tratamento, será a experiência da equipe médica da Mater que indicará o melhor caminho a se seguir.

Desde 1978, após o nascimento do primeiro bebê que utilizou a FIV, muitos avanços possibilitaram aumento das taxas de gravidez e diminuição das complicações, o que, associado à diminuição do custo desta tecnologia, motivando um grande número de casais a procurar esse tratamento.

Hoje, além dos tratamentos tradicionais de IIU e FIV, existem opções de criopreservação tanto de embriões quanto de gametas (óvulos e espermatozoides), o que nos permite melhorar a chance de gravidez futura. A vitrificação de óvulos, técnica de congelamento ultrarápido, revolucionou os resultados de sobrevida de óvulos descongelados e de taxas de gravidez, passando a ser uma ótima opção às mulheres que necessitam preservar óvulos antes de cirurgias ovarianas ou de tratamentos gonadotóxicos (como quimio e radioterapia), como também sem desejo reprodutivo imediato.

O nosso laboratório é capacitado para realizar procedimentos específicos nos embriões, com a finalidade terapêutica e de rastreamento de malformações cromossômicas, como é o caso do assisted hatching a laser e o CGH (Hibridização Genômica Comparativa).

Saiba mais sobre as técnicas de cada tratamento clicando nos links abaixo