Técnica revolucionária de avaliação genética do embrião antes da transferência para a cavidade uterina, que tem sido aplicada em todo o mundo com a finalidade de escolher o melhor embrião a ser transferido.

Retira-se algumas células do embrião, as quais são encaminhadas para avaliação genética.

Os embriões diagnosticados como alterados são descartados e transferidos apenas os cromossomicamente normais.

É indicada nos casos de maior chance de alterações genéticas, como idade da mulher avançada (risco aumentado de Síndrome de Down), doenças ligadas ao cromossomo X (como a Síndrome do X-Frágil – também conhecida como Autismo —, a hemofilia e a Distrofia Muscular de Duchenne) ou doenças gênicas (como a anemia falciforme, a fibrose cística e a doença de Tay-Sachs).

Atualmente conhecida como CGH (Hibridização Genômica Comparativa).

O CGH tem como objetivo analisar TODOS os 46 cromossomos (23 pares cromossômicos), em um único teste, a fim de detectar alterações cromossômicas nas células embrionárias. Identificar e transferir os embriões cromossomicamente normais aumenta a chance de gravidez, pois os embriões alterados implantam no útero com menos frequência.